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Os 4 Elementos no Poema de Empédocles | LER O INVISÍVEL
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Pensar o Oráculo é uma série de encontros mensais inspirados na travessia iniciada no IFLO — Introdução à Filosofia e à Linguagem Oracular: um estudo que leva a sério a tradição oracular sem reduzi-la a caricatura, e leva a sério a filosofia sem transformá-la em torre de marfim.
Aqui, tratamos o oráculo como um modo de pensar, dizer e escutar: uma prática que lida com tempo, finitude e possibilidade, e que exige atenção radical à palavra — ao que é dito, ao que não é dito, e ao que se desloca no intervalo.
A cada mês escolhemos um tema que surgiu como pergunta, tensão ou intuição ao longo do IFLO (linguagem, poder, destino, signo, responsabilidade, ambiguidade, estética) e abrimos um espaço de estudo para ir além do “panorama”: vamos aos pontos de contato, aos limites e às linhas de ruptura que organizam a modernidade e suas disputas com as tradições do invisível.
Cada encontro funciona como um laboratório de aprofundamento: um tema central, um percurso histórico-filosófico e uma abertura para o gesto oracular, entendido como linguagem, interpretação e forma de atenção.
Filoráculos = filosofia + oráculos.
Em abril, o Pensar o Oráculo abre uma pergunta que é antiga e sempre atual: como um mundo começa? “Cosmogonia” é qualquer modelo ou narrativa sobre a origem do cosmos — e, na tradição grega, isso inclui uma passagem decisiva do Caos ao Cosmos, isto é, do indeterminado ao ordenado. Já os mitos de criação são narrativas simbólicas que contam como o mundo (e, muitas vezes, as pessoas) passaram a existir, e por isso organizam não só uma “história do começo”, mas uma forma de orientar a vida, dar valor ao real e situar o humano no universo.
No seminário, vamos tratar essas cosmogonias não como “curiosidades do passado”, mas como tecnologias de sentido: modos de pensar o tempo, o destino, a ordem, a violência, o nascimento do humano e o lugar da linguagem quando ela tenta dizer o indizível. Em diálogo com o gesto da Sibylla Filoráculos, a proposta é aproximar mito e filosofia sem caricatura: levar a sério o símbolo sem abandonar rigor e reconhecer que toda pergunta oracular, de algum modo, encosta no mesmo limiar do começo: “que mundo está sendo criado quando eu digo isso, quando eu pergunto isso, quando eu acredito nisso?”
Com Bia, a Sibylla — filósofa, linguista e tradutora de línguas antigas. A condução equilibra rigor filológico e escuta simbólica: pensar com as palavras e ouvir o que elas invocam.
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